Endividamento

O saldo bruto de Empréstimos e Financiamentos foi de R$ 3,1 bilhões no encerramento do 1T26, dos quais 91% referem-se a obrigações de longo prazo (passivo não circulante). O prazo médio ponderado de vencimento do endividamento foi de 66 meses, o mais alongado do setor.

Considerando a composição dos saldos de (i) Empréstimos e Financiamentos; (ii) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras; e (iii) a posição dos contratos de swaps de juros a receber ou a pagar; o Grupo Direcional encerrou o período com uma dívida líquida1 de R$ 613 milhões. Assim, o índice de alavancagem – mensurado pela razão entre dívida líquida e Patrimônio Líquido – foi de 24,0% ao final do 1T26.

Na tabela abaixo, apresenta-se a abertura do endividamento segregado por modalidade e indexador, além de seu cronograma de amortização.

 

Endividamento (R$ milhões) 1T26 4T25 Δ%
Empréstimos e Financiamentos 2.076 2.758 12%
CRI 2.513 2.111 19%
Financiamento à Produção 563 647 -13%
FINAME e Leasing 1 1 -10%
Caixa e Equivalentes 2.421 2.183 11%
Dívida Líquida¹ 613 533 15%
Dívida Líquida¹ / PL 24,0% 23,0% 1 p.p.
Dívida Líquida Corporativa² 51 -114 n/a
Dívida Líquida Corporativa² / PL 2,0% -4,9% 7 p.p.

1 – Dívida Líquida (Caixa Líquido): Saldo total das linhas de Empréstimos e Financiamentos reduzido pelo saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras e somado ao saldo das posições em aberto de contratos de swaps para proteção de flutuações de taxas de juros.

2 – Dívida Líquida Corporativa: Dívida Líquida reduzida pelo saldo de financiamentos tomados no âmbito do Sistema Financeiro Habitacional (SFH) ou os financiamentos obtidos junto ao Fundo de Investimento Imobiliário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FI-FGTS). Essa é a métrica utilizada para cálculo do covenant financeiro da Companhia.